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Inteligência Jurídica
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STJ 6ª Turma STJ Acervo STJ · Penal

205, § 2º, iv, do código penal militar · Condenação · Apelação julgada · Writ concomitante

Julgado em 16/08/2012 · HC 127.993 · Rel. Min. Maria Thereza de Assis Moura
Sede do Superior Tribunal de Justiça, em Brasília
Foto de Maria Thereza de Assis Moura
Rel. Min. Maria Thereza de Assis Moura6ª Turma STJ
Resumo do caso · a ementa oficial, organizada por seções
Cabeçalho da ementa

HABEAS CORPUS. ART. 205, § 2º, IV, DO CÓDIGO PENAL MILITAR. CONDENAÇÃO. APELAÇÃO JULGADA. RECURSO ESPECIAL NÃO ADMITIDO. AGRAVO DE INSTRUMENTO NÃO CONHECIDO. WRIT CONCOMITANTE. DOSIMETRIA DA PENA. TESE NÃO OBJETO DO ESPECIAL. AUSÊNCIA DE ILEGALIDADE MANIFESTA. ORDEM DENEGADA.

Resultado do julgamento

Ordem denegada.

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Ementa

HABEAS CORPUS. ART. 205, § 2º, IV, DO CÓDIGO PENAL MILITAR. CONDENAÇÃO. APELAÇÃO JULGADA. RECURSO ESPECIAL NÃO ADMITIDO. AGRAVO DE INSTRUMENTO NÃO CONHECIDO. WRIT CONCOMITANTE. DOSIMETRIA DA PENA. TESE NÃO OBJETO DO ESPECIAL. AUSÊNCIA DE ILEGALIDADE MANIFESTA. ORDEM DENEGADA. 1. É imperiosa a necessidade de racionalização do habeas corpus, a bem de se prestigiar a lógica do sistema recursal. As hipóteses de …

HABEAS CORPUS. ART. 205, § 2º, IV, DO CÓDIGO PENAL MILITAR. CONDENAÇÃO. APELAÇÃO JULGADA. RECURSO ESPECIAL NÃO ADMITIDO. AGRAVO DE INSTRUMENTO NÃO CONHECIDO. WRIT CONCOMITANTE. DOSIMETRIA DA PENA. TESE NÃO OBJETO DO ESPECIAL. AUSÊNCIA DE ILEGALIDADE MANIFESTA. ORDEM DENEGADA.

1. É imperiosa a necessidade de racionalização do habeas corpus, a bem de se prestigiar a lógica do sistema recursal. As hipóteses de cabimento do writ são restritas, não se admitindo que o remédio constitucional seja utilizado concomitantemente ao recurso especial, no qual não se abordou a matéria.

2. Para o enfrentamento de teses jurídicas na via restrita, imprescindível que haja ilegalidade manifesta, relativa a matéria de direito, cuja constatação seja evidente e independa de qualquer análise probatória.

3. In casu, não há manifesta ilegalidade a ser reconhecida. A leitura da sentença e do acórdão permitem concluir que as provas produzidas foram devidamente sopesadas, fundamentado-se de forma adequada a fixação da pena em 15 anos, o que não parece desproporcional considerando-se a sanção prevista para o crime, de 12 a 30 anos. Impossível, nesta sede, analisar com profundidade os elementos de convicção existentes nos autos para se chegar a conclusão diversa, inclusive no tocante à incidência das qualificadoras.

4. Ordem denegada.

Ementa reproduzida do espelho do acórdão publicado pelo Superior Tribunal de Justiça em seus dados abertos (registro 200900222540, publicação em 27/08/2012). Material informativo; não constitui consultoria jurídica nem promessa de resultado.
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